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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Poesias: Reflexão pelo reflexo.

Sempre estamos indagando-nos da necessidade de sermos produtivos. Da necessidade de sermos aceitos para e pela sociedade. Da necessidade de sermos úteis. Da necessidade de sermos “alguém”. Mas você já se perguntou desta necessidade de ser?
Ser ou não ser? Uma famosa frase da tragédia de Hamlet, de William Shakespeare, representa nosso constante eu. Somos os filhos bonzinhos ou a decepção da família? Somos os melhores alunos ou os “coladores” do fundão? Somos os simpáticos falantes ou os tímidos dos quartos? Somos a verdade ou somos a mentira?
Este reflexo confuso sempre permanece na construção do nosso "eu social". Este eu elabora sistematicamente a realidade, sabe o que diz, produz o que os outros querem, planeja a verdade de todos e materializa o espírito da convivência física.
O "eu pessoa" não, este é sua raiz verdadeira, agride suas entranhas, progride nos derrames, deturpa nossas mentes, fere nossos instintos e procura viver fora dos calabouços do frágil esquecimento.
Agora pergunto o que todos sabem a resposta buscando seu eu:
É necessário ser para ser necessário?

3 comentários:

Anônimo disse...

Eitxa danadooo.. Falou bonito, ou melhor escreveu!!
Amigo, calma pois tudo dará certo.

Elton Patrick disse...

Estamos na luta... amiga do coração. Sempre confio no destino. Beijão pra ti e obrigado.

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.